O
Porto cresceu tanto. Desde o tempo dos meus avós que iam passar férias à Foz,
construiu-se, remodelou-se, criaram-se novas modas, surgiram hábitos
diferentes, correu-se ‘pra fora da Baixa
‘pra viver, ‘pra comprar, ‘pra correr e ‘pra “curtir a noite”.
Passaram duas gerações.
E a pouco e pouco a Baixa vai ganhando
voz outra vez.
Algumas lojas reinventaram-se;
monumentos históricos ganham altura, jovens falam, riem, mexem a noite; e as
luzes recomeçam a brilhar.
É isto que eu sei porque o vejo todos os
dias, porque ouço as conversas de família e porque de dia ‘pra estudar e à
noite ‘pra estar com os amigos eu corro para a Baixa.
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